ANS aumenta período para portabilidade dos planos de saúde

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Prazo para mudar de plano sem cumprir novas carências vai passar de dois para quatro meses

Os clientes de planos de saúde terão um prazo de quatro meses por ano para decidir se querem migrar para outros convênios sem a necessidade de cumprir novas carências.

A decisão que ainda será publicada neste mês pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) faz parte de uma resolução que amplia os direitos garantidos ao consumidor na portabilidade dos planos. As informações são do jornal O Estado de São Paulo desta segunda-feira.

Outros pontos estão em avaliação e ainda não foram confirmados pela agência, como a redução do tempo de contrato que o usuário deve cumprir antes de solicitar a portabilidade. Segundo o projeto, a permanência mínima exigida a partir da segunda troca de plano passaria de dois anos para um. Procurada pela reportagem do Saúde Business Web, a ANS informou que não se pronunciará sobre o assunto até a consulta pública prevista para acontecer em 15 dias.

Ainda segundo a publicação do jornal, além das mudanças na portabilidade, a agência afirma que foi aprovada uma proposta que limita o reajuste aplicado à atualização dos contratos considerados antigos, assinados antes de 1.º de janeiro de 1999. Os clientes que desejarem migrar para planos novos, poderão ter suas mensalidades aumentadas, no máximo, em 20,59%. A ANS pretende fiscalizar os aumentos para evitar que a taxa seja usada como padrão pelas administradoras. Caso a variação de preço aplicada pela empresa não corresponda à ampliação da cobertura contratada pelo usuário, a agência poderá intervir.

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Mudança de plano de saúde terá teto de reajuste

Mudança de plano de saúde terá teto de reajuste, adianta Bergamo.

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) se prepara para lançar em abril novas regras para mudanças de planos de saúde no Brasil.

A colunista da BandNews FM Mônica Bergamo conversou com o diretor-presidente da ANS, Maurício Ceschin, que antecipou uma das mais importantes alterações: a que estabelece um teto de reajuste para a mudança do plano antigo para o novo. A transição poderá ser feita a partir de um reajuste máximo de 20,59% na mensalidade do convênio. Os clientes também não precisarão esperar por carências, e poderão optar por um plano de maior cobertura, sofrendo uma pressão menor no bolso.Outras resoluções vão ser aprovadas. Por exemplo, o prazo para entrar em um novo plano deve aumentar dos atuais dois meses para quatro.

Da BandNews FM SP
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São Paulo terá CPI dos Planos de Saúde

Assembleia Legislativa de São Paulo terá CPI dos Planos de Saúde

planos saúde 150x150 São Paulo terá CPI dos Planos de SaúdeA Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo vai instaurar nos próximos dias uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a remuneração paga aos médicos pelas Operadoras de Planos de Saúde.

A iniciativa atende ao Requerimento nº 170, de 2011, de autoria do deputado estadual Fernando Capez. Atende também manifestações de entidades médicas e de especialidade, como a Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp), e a Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo (Saesp), para as quais a remuneração é irrisória.Segundo Fernando, as operadoras de planos de saúde reajustaram os preços cobrados dos usuários sempre com base nos índices inflacionários, às vezes até acima. “Paradoxalmente, a irrisória remuneração paga aos médicos impõe a esses profissionais o aumento da carga de trabalho, expondo-os ao risco e erro médico que certamente repercutem em seus pacientes”, diz. Trâmite

Uma vez instalada, a CPI terá o prazo de até 120 dias para ser concluída. Será composta por nove parlamentares, os quais serão indicados pelos lideres. Para essas indicações, deverá ser respeitada a proporcionalidade de cada Bancada.

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Dúvidas cercam novo hospital do Grupo D Or

grupo d or 150x150 Dúvidas cercam novo hospital do Grupo D OrOs investimentos de R$ 90 milhões que o Grupo D’Or, do Rio de Janeiro, começa a fazer no bairro São José, em São Caetano, para construção de um novo hospital São Luiz merecem calorosos aplausos por diversas razões. Especialmente porque vão gerar 500 novos empregos na cidade para as obras de construção e outros dois mil postos na área médica a partir do próximo ano. 
O novo hospital terá 200 leitos, 40 consultórios, capacidade para 240 mil atendimentos de emergência e 12 mil cirurgias por ano. 
De parabéns estão o prefeito José Auricchio Jr. e a Câmara de Vereadores que, segundo o diretor-presidente do Grupo D’Or, Jorge Moll Filho, “criaram vantagens tributárias decisivas para que a rede optasse pela expansão em São Caetano”. 
O município isentou a empresa de IPTU (Imposto Propriedade Predial e Territorial Urbano) por dez anos; reduziu o ISS (Imposto Sobre Serviços) durante a construção de 5% para 2% e o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) do terreno de 3% para 0,5%.
O que turva, de certa maneira, as comemorações do empreendimento é o manto de dúvidas que paira sobre alguns passos do grupo carioca nos momentos que antecederam a decisão de construir a nova unidade em São Caetano. A aquisição do Hospital Brasil, em Santo André fez com que o D’Or, voluntariamente ou não, se tornasse fiador da nebulosa manobra que resultou no fechamento do tradicional Hospital São Caetano e deixou milhares de idosos credores dos planos de saúde com enormes dificuldades para receber atendimento médico. O Hospital Brasil assumiu o comando do São Caetano e, num curto espaço de tempo, desinteressou-se totalmente de seu destino. Lavou as mãos como Pilatos. Porém, responde na Justiça por diversas ações trabalhistas decorrentes de sua desastrada passagem.

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Surto de conjuntivite

Com surto de conjuntivite, faltam médicos no Estado de São Paulo

A alta temporada turística no litoral de São Paulo trouxe com ela um surto de conjuntivite no Estado, mas faltam médicos oftalmologistas para atender os casos.

surto de conjuntivite 150x150 Surto de conjuntiviteNa rede pública e privada, pacientes que voltaram à capital depois de feriado e final de semana em Ilhabela, São Sebastião (Litoral Norte) ou na Baixada Santista (Litoral Sul), não conseguem atendimento.

Na rede pública, a presença de oftalmologistas não é obrigatória nos prontos socorros. Terra Magazine procurou sete hospitais da capital, nenhum deles tinha a especialidade.

No Hospital Municipal Inácio Proença Gouveia, na Mooca, a atendente chegou a recomendar que os pacientes procurassem a rede privada. Já no Hospital Estadual de São Mateus, apenas quem tivesse hora marcada poderia ser recebido.

Um paciente que procurou hospital particular no bairro do Tatuapé, na Zona Leste, conta que o clínico geral se recusou a diagnosticá-lo porque não teria equipamentos que só o especialista teria. Foi preciso que o homem se deslocasse até uma clínica no Ibirapuera, na Zona Sul, onde teve que aguardar mais de três horas para ser recebido por um oftalmologista.

A Secretaria Estadual de Saúde ainda não tem os números de pessoas que contraíram a doença até agora em março. Só em Ilhabela foram reportados mais de mil casos em três semanas.

A recomendação da Secretaria é que as pessoas que desconfiem que tenham adquirido conjuntivite procurem agendar consultas em postos de saúde da rede pública. A doença, porém, é contagiosa e o tratamento com agilidade é importante para evitar que mais pessoas sejam contaminadas.

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Benefícios da massagem para idosos

A massagem para os idosos oferece TODOS os benefícios já conhecidos pelos clientes mais jovens, em particular a massagem para os idosos é ainda mais eficaz devido aos desafios tanto emocionais quanto físicos que os idosos experimentam.

masagens idosos 150x150 Benefícios da massagem para idosos A grande maioria das pessoas na terceira idade é sedentário, muitas vezes por dolorosas artrites, dificuldade de equilíbrio ou problemas circulatórios.

A massagem suave, mas estimulante, trazer alguns dos resultados que seriam conseguidos através de exercícios.Pesquisas indicam que o contato social é um componente chave da saúde e felicidade dos idosos. “O isolamento é um poderoso fator de risco para aqueles que já tem a saúde debilitadada”, de acordo com a crônica “Envelhecendo com sucesso” , o qual trás os resultados de um estudo da Fundação MacArthur.O contato periódico entre o massoterapeuta e o paciente, pode ser parte significativa desta rede de necessidades que o idoso requer. O idoso sabe que pelo menos uma vez por semana ele ou ela receberá atenção totalmente focalizada ao seu cuidado individual, ele se sentirá único e valorizado.Recentemente, Marjorie, 81 anos, me disse: “Eu acordo no meio da noite com uma dor terrível a penso em você. Eu sinto que só consigo relaxar porque sei que logo estarei recebendo seus cuidados. Eu uso gelo e calor como você sugeriu e então volto para a cama para dormir.”“Envelhecer não é para os medrosos”, dizem muitos dos meus pacientes. Dar massagem terapêutica para idosos também não é para medrosos, é tão gratificante quando exigente.

Requer do profissional massoterapeuta um interesse verdadeiro da vida dos pacientes idosos, participar do restabelecimento de deficiências físicas e desta forma ser convidado a ingressar no mundo dos idosos, tratando-os com dignidade, não importando suas excentricidades ou circunstâncias.

Um dos comentários de Rose ilustra muito bem porque eu continuo neste campo por tantos anos. Um dia depois de receber massagem, Rose e eu estávamos sentados, um de frente para o outro realizando alguns alongamentos nos ombros pois ela estava sentindo dor por causa da rigidez.

Ela disse: “Eu sinto minha chama novamente, olhando para mim com atenção.” então ela apontou para o seu peito e disse “Sua vinda aqui faz com que minha vontade de viver não se apague.” 

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Terceira Idade

Terceira Idade…Idade Adulta Madura … Maturidade … Idade do(a) Lobo(a) … Estágio Tardio da Vida … “Problema Social” …

terceira idade4 150x150 Terceira Idade Seja como for chamada a velhice, temos assistido a uma silenciosa e surpreendente revolução acontecer em todo o mundo: governos reformando sistemas de previdência social, novas políticas públicas específicas sendo discutidas. A verdade é que, no mundo, todo um aumento progressivo da longevidade, da expectativa de vida é algo sem precedentes na História. É cada vez maior o número de pessoas que ultrapassam a idade de 70 anos e em boas condições físicas e mentais.

Os ‘novos velhos’ estão nos consultórios, nas ruas, na internet, no convívio social, nas sessões de terapia, procurando como querem e como podem uma existência melhor nessa fase da vida.No Brasil, estamos em meio a um processo evolutivo caracterizado por uma progressiva queda da mortalidade em todas as faixas etárias e conseqüente aumento da expectativa de vida. Atualmente a expectativa ao nascer é de 69 anos para os homens e 72 para as mulheres. A análise do crescimento populacional mostra que o grupo dos idosos com 60 anos ou mais é o que mais cresceu no país. De 1980 a 2000, o grupo entre 0 e 14 anos aumentou de 14% enquanto o grupo de pessoas idosas cresceu 107%. O recordista da expectativa de vida é o Japão com 80,8 anos.

Na 2ª Assembléia das Nações Unidas realizada em abril de 2000, em Madri – Espanha – com representantes de 160 países, foi apresentado um Plano de Ação que propõe uma série de estratégias voltadas para as questões sociais para atender aos 600 milhões de pessoas com mais de 60 anos nos dias de hoje e que serão no ano de 2050, um total de 2 bilhões. Mas velhice, o que é, afinal? E quando começa? Do ponto de vista biológico, o envelhecimento é descrito como um estágio de degeneração do organismo que se inicia após o período reprodutivo. Envelhecimento esse, caracterizado pelos seguintes sinais: aparecimento de rugas e progressiva perda da elasticidade e viço da pele, diminuição da força muscular, da agilidade e da mobilidade das articulações, aparição de cabelos brancos e, eventualmente perda definitiva dos cabelos (sexo masculino), redução da acuidade sensorial (principalmente auditiva e visual), declínio da produção de certos hormônios, o que afeta a capacidade auto-regenerativa dos tecidos, distúrbios nos sistemas respiratório e circulatório (arteriosclerose, problemas vasculares e cardíacos), urogenital, etc. Não há comprovação de que o avanço da idade determine a deterioração da inteligência que parece estar associada à educação e padrão de vida.Algumas pesquisas têm mostrado que o processo de perda de memória provocado pelo avanço da idade, pelo menos em parte, deve-se ao fato de o cérebro se adaptar à nova condição de vida iniciada na ‘terceira idade’. As células relacionadas às atividades menos utilizadas seriam desativadas para concentrar esforços em áreas mais necessárias ao novo modo de vida.

O esquecimento é normal em qualquer idade. Em idades mais avançadas há, porém, um agravante que é o acúmulo de perdas de células nervosas. Durante toda a vida, nosso cérebro se desfaz diariamente de 50 a 100 mil neurônios em decorrência de lesões nas células, como pancadas na cabeça, por exemplo, e pela ação dos radicais livres(*). Como as células nervosas não se reproduzem, o número de neurônios tende a diminuir cada vez mais. 

Com menos células disponíveis, o cérebro tem de fazer escolhas entre as atividades que deverão ser continuadas ou desativadas, o que vai ser determinado pelo tipo de vida que a pessoa leva.

Uma mente sã na velhice depende de hábitos saudáveis desde a juventude. O processo de envelhecimento começa antes da Terceira Idade. Se temos mais de 25 anos, já estamos perdendo a cada década de nossas vidas 2%, de células cerebrais. Além da alimentação rica em vitaminas C e E, licopeno (encontrado no tomate e na melancia), a melatonina, hormônio produzido durante o sono noturno, é um poderoso inimigo contra os radicais livres. Por isso, “uma boa noite de sono é um santo remédio para se prolongar a juventude biológica”.

É bom lembrar que a memória do idoso não é útil somente para ele. Sua capacidade de relembrar o passado com detalhes faz com que os velhos cumpram um importante papel social. “Na maioria das comunidades humanas e até entre chimpanzés, os idosos são reverenciados como fonte de conhecimento e sabedoria”, esclarece o neurologista Benito Damasceno. Como nenhum outro indivíduo – criança, jovem ou adulto – o idoso é o depositário da experiência humana. Os mais velhos são os arquivos vivos da história e suas lembranças do passado costumam ser mais precisas do que as de adultos que tenham vivenciado os mesmos episódios.

Quanto ao quando se inicia a velhice, não há uma idade universalmente aceita. As opiniões se divergem de acordo com a classe social e econômica, nível cultural e mesmo os estudiosos no assunto, não chegaram a um consenso.Para efeitos estatísticos e administrativos, a idade em que se chega à velhice costuma ser fixada em 65 anos em diversos países por ser quando se encerra a fase economicamente ativa de uma pessoa com a sua aposentadoria. Atualmente, nos países mais desenvolvidos, esse limite não parece satisfazer sob o ponto de vista biológico, pelo que a Organização Mundial da Saúde elevou para 75 anos.

Do ponto de vista biológico, também se tem um outro problema quando se tenta marcar o início do processo de envelhecimento usando-se o critério cronológico (idade), pois o grau de envelhecimento seria vivenciado de forma diferente, de indivíduo para indivíduo ou pela população, sendo que pessoas da mesma idade cronológica poderiam estar em estágios completamente diferentes de envelhecimento. Sendo assim, poderíamos dizer que o envelhecimento não parece ser definido pela idade de uma pessoa, mas pelos efeitos que essa idade teria causado ao seu organismo.

Em muitos países a velhice é vista com respeito e veneração, representa a experiência, o valioso saber acumulado ao longo dos anos, a prudência e a reflexão. Em outros, como o Brasil, infelizmente, o idoso representa apenas “o velho”, o “ultrapassado”, “a falência múltipla do potencial humano”. Na realidade, os maiores problemas que o envelhecimento traz, pela falta da educação e instrução acerca dessa fase da vida, se dá ao fato de se agravarem os problemas sociais como a violência dentro de casa, a discriminação. E daí vem todo o medo de envelhecer.

Infelizmente, a verdade é que os maus-tratos não são exclusividade de países pobres, mas estão presentes em todas as sociedades. Nos Estados Unidos, cerca de 2 milhões de idosos, acima de 65 anos, sofrem algum tipo de agressão. Faltam profissionais capacitados e informações sobre as causas de abusos contra velhos.

O Rio de Janeiro é o Estado brasileiro onde morrem mais idosos vitimados pela violência, conforme pesquisa do Centro Latino-Americano de Estudos Sobre Violência e Saúde. Estima-se que num grupo de 100 mil habitantes com mais de 60 anos, 249,5 morrem por homicídios, atropelamentos, tombos dentro de casa, etc. A idade avançada deixa os idosos mais vulneráveis e, geralmente, são vítimas de atropelamentos, por exemplo. Não há segurança na travessia de semáforos e nem tempo suficiente para que pessoas idosas cheguem ao outro lado da rua (e isto em todas as cidades – grandes ou não).

Como nasce a violência e porque ela floresce entre as famílias brasileiras, é questão sem resposta. Na opinião da Prof. de Enfermagem da Universidade Federal da Bahia, Maria do Rosário Menezes, é o resultado de um modelo cultural em que a estética é supervalorizada em prejuízo da velhice. Em estudos sobre violência doméstica, ela constatou que a maioria dos idosos não dependia financeiramente dos seus agressores, tinha filhos, morava em casa própria e ainda sofria maus-tratos até dos filhos que moravam fora. As mulheres eram as principais vítimas e os filhos homens estavam entre os principais ‘vilões’ da violência doméstica.

Se por um lado vemos um notável crescimento no percentual de idosos, aumento progressivo da longevidade e da expectativa de vida, graças à Geriatria (Disciplina Médica voltada ao estudo, tratamento e prevenção dos processos patológicos específicos da velhice) e à Gerontologia (conjunto de conhecimentos científicos aplicados ao estudo do envelhecimento humano nos aspectos biológicos, psicológicos e sociais), por outro lado nos deparamos com quadros tristes de dor e sofrimento não só causadas pela falta de qualidade de vida numa sociedade despreparada para conviver com pessoas idosas como também, pelos próprios conflitos internos e pela falta de adaptação à ‘nova vida’ dentro da própria família.

A família como um sistema, juntamente com seus membros mais velhos, enfrenta desafios importantes de adaptação na Terceira Idade.

As mudanças com a aposentadoria, a viuvez, as doenças, requerem o apoio familiar, ajustamentos às perdas, reorientação e reorganização da vida. E aí é que entra o papel dos relacionamentos passados e presentes na resolução da maior tarefa desse estágio da vida, tanto psicológico como social: a obtenção de um senso de integridade, versus o desespero com relação à aceitação da nossa própria vida e morte.

Sem sombra de dúvida, as famílias que tiveram em alto preço o amor, que jamais se esqueceram de colocar em qualquer regra doméstica o emprego do amor, do respeito, da estima, da honra que sempre acataram os ensinamentos bíblicos com sabedoria e prazer, conseguiram passar por essa fase com firmeza, otimismo e alegria.

Ouvimos da cultura oriental: “Ele tem como suporte principal a esperança de um futuro sempre melhor … de uma construção de vida em que cada dia é uma bênção … que não deve envergonhá-los de terem vivido, mas sabiamente, eles orgulham-se de cada etapa de suas vidas … Sempre!!! Porque ricos ou pobres, são os idosos os seres mais respeitados e mais admirados”.

Não é maravilhoso? Viver sabendo que nunca alguém vá ouvi-lo apressadamente e ainda como se estivesse fazendo um grande favor … mas exatamente o contrário … saber que as suas palavras, os seus conselhos de uma velhice conquistada, vivida, serão vistos, ouvidos e saboreados.

Bibliografia:

Bíblia de Estudo de Genebra – Editora Cultura Cristã / Sociedade Bíblica do Brasil

Bíblia Tradução Ecumênica – TEB – Edições Loyola

Bíblia de Estudo Pentecostal – Casa Publicadora das Assembléias de Deus

Cada Um Envelhece como Quer (e Como Pode) Léa Maria Aarão Reis; Editora Campus

Lar Sem Fronteiras – Ellen White; Casa Publicadora Brasileira

A Velhice, entre o normal e o patológico – Daniel Groisman (artigos extraídos da Internet)

Enciclopédia Barsa – Vol 7 e 14 – Ed. Barsa Planeta Internacional Ltda, 2002

Concordância Bíblica Exaustiva Gilmer / Jacobs / Vilela; Editora Vida

Pequena Enciclopédia Bíblica – Orlando Boyer; Edições Vida

As Mudanças no Ciclo de Vida Familiar – Betty Carter & Mônica McGoldrick; Ed. Artes Médicas

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Estatuto do Idoso

RESUMO DO ESTATUTO DO IDOSO



estatudo do idoso Estatuto do Idoso

Estatuto do Idoso <>

O estatuto do idoso é uma lei de proteção aos idosos que assegura-lhes:

  •  Distribuição gratuita de medicamentos e próteses dentárias pelos poderes públicos;

  • Nos contratos novos feitos pelos planos de saúde não poderá haver reajustes em função da idade após os 60 anos;

  • Desconto mínimo de 50% no ingresso de atividades culturais e de lazer, além de preferência no assento aos locais onde as mesmas estão sendo realizadas;

  • Proibição e limite de idade para vagas de empregos e concursos, salvo os acessos em que a natureza do cargo exigir;

  • O critério para desempate de concursos será a idade, favorecendo-se aos mais velhos;

  •  Idosos com 65 anos ou mais que não tiverem como se sustentar terão direito ao benefício de um salário mínimo;

  • Processos judiciais envolvendo pessoas com mais de 60 anos terão prioridades, nos programas habitacionais para aquisição de imóveis e transporte coletivo urbano e semi-urbano gratuito para maiores de 65 anos.            

Para que a lei que deu vigor ao Estatuto do Idoso tenha real valor é necessário seguir todos itens citados acima.

CIDADANIA

O que é cidadania?

Cidadãos são acima de tudo pessoas que fazem parte da sociedade e estabelecem seus valores como pessoas dignas.

A cidadania tem dois aspectos: (1) o institucional, porque envolve o reconhecimento explícito e a garantia de certos direitos fundamentais, embora sua institucionalização nunca seja constante e irredutível; (2) e o processual, porque as garantias civis e políticas.

Para poder explicar melhor sobre a cidadania vamos citar um exemplo. Antigamente só quem poderia votar eram homens e maiores de 21 anos ou seja, mulheres não faziam parte da cidadania, mas hoje em dia, existe uma lei que obriga todos a votarem, é por isso que se deve respeitar o outro, porque estamos lidando com cidadãos.

Outro exemplo fundamental é quando nascemos e somos registrados, já nos tornamos cidadãos e temos nossos direitos, mas somos realmente considerados cidadãos quando tiramos o título de eleitor e a carteira de identidade, então nos integramos realmente como parte da cidadania.

 

O idoso e a sociedade

Por: Edite Nascimento Lopes 

O abandono ao idoso no Brasil se intensifica na precariedade da assistência prestada pelo Estado.

Muitas vezes sabemos que os nossos velhinhos são excluídos de tudo, só que isso ocorre devido a falta de consciência.

Se nós jovens pararmos para pensar que futuramente iremos ficar velhos, procuraríamos dar valor a convivência com idosos.

Quem é que quer ser tratado como um objeto sem valor? Ninguém.

Pois é isso que está acontecendo no Brasil. Muitas famílias levam os idosos para morar em asilos e quando eles chegam lá acabam sendo tratados como animais.

Muitos deles não têm uma boa alimentação, um bom tratamento médico e nem psicológico. E conseqüentemente acabam provocando a morte antecipada dos nossos velhinhos.

O Brasil deveria investir mais recurso diante dessa situação, porque se calcularmos a porcentagem de idosos está aumentando cada vez mais.

 O governo ajuda aos idosos. Existe uma lei que os defendem mas, ainda precisa se fazer mais por eles. O Estatuto do Idoso é um conjunto de leis que tem por objetivo defender e proteger aos cidadãos que já atingiram uma certa meta de idade.

Em nossa lei brasileira é considerado idoso aquele que tem igual ou acima de 60 anos. O estatuto existe para que não se deixe no esquecimento, é uma prova que os idosos tem direitos que devem ser cumpridos.

Quanto à saúde diz-se que os idosos devem ter tudo que necessitam, como um atendimento médico gratuito. O estatuto do idoso diz que o governo deve ter uma atenção maior para com os idosos.

Em caso de suspeita de maus tratos a idosos deve-se avisar alguma autoridade local. Deve-se ter a participação do idoso nas atividades culturais e de lazer, e seus direitos lhes diz que deve pagar apenas metade ou ter seus assentos assegurados. Mesmo tendo seus direitos descritos em estatuto ainda há preconceito ao idoso no que diz respeito ao trabalho, porém eles podem exigir exercer algumas atividades que estiverem ao seu alcance, considerando suas condições físicas, intelectuais e psíquicas. 

RESUMO

“Nosso corpo e suas fases”

Velho não quer dizer doente, geralmente associamos velhice a enfermidade. Sabe-se que há mais debilitação física e doenças entre as pessoas de 80 anos do que entre as pessoas jovens.

Algumas condições são especialmente comuns entre os velhos.

A artrite e o reumatismo constituem importantes exemplos do tipo de aflição física comumente definido como crônica e encontradas com mais freqüência entre pessoas idosas.

É cômodo, mas não exato, concluir que a velhice, em si represente uma espécie de enfermidade generalizada.

Tem havido, estudos bem planejados que ajudam a estabelecer a distinção entre velhice e doença. Uma das mais importantes dentre essas investigações foi dirigida por uma eminente equipe de médicos e psicólogos.

Encontram-se, entretanto, algumas diferenças nítidas mesmo entre o mais saudável dos velhos e os jovens.

ENTREVISTA

Entrevistada: Valdelice Sampaio

Idade: 62 Anos

Grupo: Quanta a senhora ganha de aposentadoria?

Valdelice: Um salário Mínimo.

Grupo: Onde a senhora e a sua família moram?

Valdelice: Nós moramos na Zona Rural, comunidade Miranga.

Grupo: A senhora tem acesso a acompanhamento médico e psicólogo? 

Valdelice: Às vezes quando sobra um dinheirinho, eu me consulto para saber como anda minha saúde. Quando está mais ou menos ai é o jeito comprar remédio. 

Grupo: A senhora tem apoio da família? 

Valdelice: Tenho, só quando minhas filhas vêem me visitar. Elas me ajudam no que podem, elas só aparecem de seis em seis meses, trabalham fora. 

Grupo: Como é sua possibilidade de lazer?

Valdelice: É mais ou menos, mas apesar de tudo existe a lei que surgiu agora em que todo idoso deve pagar menos em viagens locais. 

Grupo: O que a senhora acha do estatuto do Idoso?

Valdelice: É uma maravilha só assim poderemos reivindicar nossos direitos como idosos. 

CONCLUSÃO

Nós achamos o trabalho muito interessante, ou seja, aprendemos que devemos respeitar os idosos e acima de tudo está sempre abrindo espaço para eles na sociedade.

BIBLIOGRAFIA

Enciclopédia Mundo Globalizado – Volume Único – Ano 2003

Enciclopédia Britânica do Brasil – Digital – Ano 2000

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